Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita

Venha conhecer a nossa página de estudos sistematizados para melhor compreensão da Doutrina Espírita. São vários temas catálogados!

Crianças Índigo e suas características

Por definição, uma criança índigo demonstra uma série de atributos psicológicos novos e pouco habituais, com padrões de comportamento diferentes do que estamos habituados a ver em outras crianças...

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"Influem os Espíritos em nossos pensamentos e nossos atos?

Confira a resposta nesse post esclarecedor, sobre como os espíritos influenciam nossos pensamentos e atos.

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Sorteio será dia 20/12/2016.

Sinopse do livro:

Esta obra resulta da experiência direta de Ramatís — conhecido filósofo de Alexandria ao tempo de Jesus — que foi à Palestina encontrar pessoalmente o Mestre Nazareno, e posteriormente colheu, nos registros akhásicos, os verdadeiros registros vivos de sua existência no planeta.

Por isso, “O Sublime Peregrino” traz com realismo cinematográfico temas nunca dantes abordados: o nascimento, a infância e o lar do menino Jesus, suas brincadeiras e preferências, sua família e gestação, sua vida quotidiana entre o povo hebreu, o cenário da Galiléia e a influência de seu povo na missão de Jesus. Mas também focaliza como nenhuma outra obra a identidade sideral de Jesus, sua relação com o Cristo Planetário, os aspectos iniciáticos de sua missão, suas relações com os essênios.
 Revela detalhes inéditos sobre a figura de Maria de Nazaré e sua missão, sua gestação protegida pelas hostes angélicas, e o verdadeiro cenário do nascimento do menino-luz. E traça com riqueza psicológica o verdadeiro e insuspeitado perfil de Maria de Magdala e seu encontro com o Mestre.

Além da abordagem de temas iniciáticos como a descida angélica e a queda angélica, o Grande Plano e o Calendário Sideral, recolhe-se nesta obra a mais autêntica descrição do drama do calvário e dos últimos dias de Jesus.

Boa sorte!!

Reflexões sobre suicídio

Hoje, li esta matéria e me senti compelido e escrever algumas palavras sobre o assunto.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/suicidio-e-preciso-falar-sobre-esse-problema.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1

É triste quando nos deparamos com uma estatística que aponta um aumento no número de pessoas que estão pondo fim à própria vida enxergando nessa atitude muitas vezes a possibilidade do fim dos sofrimentos e das vicissitudes que enfrenta durante a vida.

O homem, desesperado pelo caminho da felicidade, tomba e se encontra em direção ao caminho do sofrimento. Por qual razão?

943. Donde nasce o desgosto da vida, que, sem motivos plausíveis, se apodera de certos indivíduos?

R: “Efeito da ociosidade, da falta de fé e, também, da saciedade." Kardec: "Para aquele que usa de suas faculdades com fim útil e de acordo com as suas aptidões naturais, o trabalho nada tem de árido e a vida se escoa mais rapidamente. Ele lhe suporta as vicissitudes com tanto mais paciência e resignação, quanto obra com o fito da felicidade mais sólida e mais durável que o espera.”

 É preciso parar para refletir. Tomar um ar. Respirar.

Afinal, quem somos nós? Afinal, quem é você que está lendo esse texto? E não, eu não perguntei o seu nome, ou sua profissão, ou seu sexo. Eu perguntei "quem é você?".

Difícil responder não é?

Nesse mundo frenético, em constante movimento e que exige das nossas mentes respostas cada vez mais rápidas, convincentes e precisas, estamos perdendo a nossa identidade.

Olhamos para tudo aquilo que a sociedade exige que sejamos, engolimos e nos convencemos que somos exatamente aquilo.

Adoecemos e não percebemos. As pessoas que estão ao nosso lado adoecem e não percebemos.
E pior, muitas vezes percebemos que o outro adoeceu, percebemos que nós mesmos estamos doente e nos negamos a aceitar o fato.

E essa proposta, de que a felicidade se encontra no nosso próprio ganho, esse discurso endossado todos os dias de que só seremos felizes se alcançarmos o auge do sucesso material e social nos levou a esse ponto, onde a pressão mental é tão elevada que nos encaminha a buscar um modo de tentar acabar com o sofrimento.

Será que esse é o caminho? E se tudo aquilo que te contaram sobre a felicidade estiver errado. E se toda essa proposta de sucesso material, de aceitação social não for uma mera quimera inventada por poucos para iludir a muitos?

Essa história não é nova, estamos obscurecidos pelos prazeres materiais há tempos. Estamos nos enganando há milênios.

É aí que figuras como de Jesus, Buda, Chico Xavier e tantos outros aparecem na Terra a cada tempo. Para lembrar-nos qual o verdadeiro caminho, para nos trazer de volta a consciência de que somos mais do que um aglomerado de matéria. Que existe em nós algo que aspira superioridade. E para isso é necessário auto-conhecimento.

Permito-me aqui citar a seguinte questão de O Livro dos Espíritos:

919. Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal? 

R: “Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo.”

Esse conhecimento, esse pequeno aforisma é difundido em diversas crenças, em diversas épocas, em diversos pontos do nosso planeta.

O caminho não é fácil, mas Carl Gustav Jung nos assinalou:

"Por trás do homem não se encontra nem a opinião pública nem o código moral universal, mas a personalidade, da qual ele não tomou consciência. Da mesma forma que o homem é sempre o que já foi no passado, assim também é sempre o que está para ser. A consciência não encerra a totalidade do homem, pois esta é constituída, de um lado, por seus conteúdos conscientes e, do outro, por seu inconsciente, cuja extensão é ignorada e cujos limites não sabemos até onde vão. A consciência está contida nessa totalidade, tal como um circulo menor em outro mais extenso."

Só o auto-conhecimento e a busca pelo próprio si (ou SELF na psicologia analítica) é que nos trás de volta à trilha correta do caminho da felicidade.

Jesus foi além, deixou-nos a proposta de que a verdadeira felicidade está numa vida exclusivamente dedicada ao outro, assumidamente dedicada à caridade. E não só propôs, viveu o que acreditava.
E Kardec questiona então, como seria entendida a Caridade por Jesus:

886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus? 

“Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.”

Essa reflexão transcende as crenças coletivas, procuro aqui tocar o individual, cutucar a nossa visão que muitas vezes está obtusa por conta das imagens que são vomitadas na nossa mente.

Se você está pensando em suicídio, reflita. Há sempre outro caminho. Há sempre uma maneira de refazer-se. Há sempre um jeito de renovar-se.

A vida não é sofrimento. A dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é escolha.

Há um mundo belo e maravilhoso lá fora que você ainda não conhece. Se permita conhecer, se permita mudar de visão, se permita o auto-conhecimento. Liberte-se das amarras que te impuseram.

Viva.

Para finalizar essas breves palavras, deixo aqui uma reflexão do psiquiatra suíço:

"O homem que não atravessa o inferno de suas paixões também não as supera."

Raphael Oliveira
Blogespirita.org

PS: Há um estudo em vídeo sobre o livro Memórias de um Suicida no nosso canal do youtube, aproveita e se inscreve lá:
https://www.youtube.com/blogespirita

Quando o amor triunfa


De volta à França do século XIX

Livro da paraibana Giseti Marques retrata romance permeado de obstáculos entre o duque Cédric Lefreve e a linda jovem Charlotte

Na obra “Quando o Amor Triunfa”, publicada pela editora Boa Nova, a autora Giseti Marques Teodoro embala os leitores em um belo romance que se passa em pleno século XIX, na França.

Em meio à tumultuosa onda de revolta que se levanta no país com o surgimento de uma iminente revolução, o duque Cédric Lefevre, oficial do exército francês, homem duro de coração e com um passado envolto em sofrimento, depara-se com um sentimento que, para ele, até então era desconhecido.

Ao ver charlote, uma linda jovem, doce e bem diferente das moças da época, o nobre sente seu mundo abalado pelo que agora clama seu coração.

“A jovem fitou todos, porém, parou em Cédric, que, ao contrário dos demais, olhava-a fixamente, sem se importar com a criança. Ela sorriu-lhe com delicadeza. Ele disfarçou como pôde a forte impressão que a presença da jovem havia lhe causado. Charlotte não era apenas bonita; tinha uma beleza natural, e, diferente das mulheres da época, quase não usava maquiagem. Possuía gestos delicados, sem, no entanto, parecer uma dança coreografada. Seus cabelos soltos davam-lhe uma liberdade que poucas mulheres se permitiam. Seu sorriso não era falso nem afetado; era singelo e transmitia a pureza que tinha na alma. Cédric teve que se conter, permanecer sério.”

Contudo, um acontecimento inesperado trará de volta a amarga realidade à vida do nobre. Como vencer o orgulho? Como aceitar que a vida nem sempre tem as cores com as quais a pintamos? Intriga, ódio, vingança – esses são alguns dos obstáculos com os quais os personagens deste livro vão se deparar.

Para auxiliar nos contratempos, no entanto, um sábio espírito na figura de uma criança, Henry, deficiente físico e doce irmão de Charlotte, traz a reflexão a todos os que o rodeiam com seus exemplos – atitudes podem transformar uma existência.

A obra está disponível à venda nas livrarias do país e pelo site da editora:

http://www.boanova.net/produto/quando-o-amor-triunfa-70789

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A Noite de São Bartolomeu


Massacre "em nome de Deus": Uma história de fanatismo cruel.

Em "A Noite de São Bartolomeu", a escritora Wera Krijanowska relata um dos episódios mais bárbaros dos conflitos entre católicos e protestantes na França do Século XVI.


Uma princesa católica se casa com um líder protestante para simbolizar a paz entre as duas crenças que vinham se enfrentando em guerras religiosas. Na madrugada do casamento, porém, dezenas de líderes protestantes são executados a mando da família da noiva, dando início a um massacre que duraria meses.



O episódio, conhecido como "A Noite de São Bartolomeu", dá o título da obra ditada por J. W. Rochester à médium russa Wera Krijanowska, relançado em nova edição pela editora Boa Nova.


No Livro, Rochester descreve o cotidiano de intrigas, fofocas, delações e traições que estiveram por trás do casamento entre a católica Margarida de Valois, princesa francesa, e o jovem líder do Partido Protestante, Henrique de Navarra. A união foi o marco de uma noite de assassinatos organizados pela Rainha-Mãe Catarina de Médicis, mãe da noiva.

"Os anos se passaram e ela se tornou Rainha. Na manhã do desastre da Revolução de São Quentim, ela foi encarregada da regência provisória do reino e revelou recursos políticos e uma energia que não se supunha ela tivesse."

A tragédia, cometida "em nome de Deus", foi uma manobra fanática, imediatista e cruel responsável pelas mais inomináveis barbaridades, desencadeando incidentes que se prolongaram em séculos de provações para Espíritos que, na calada da noite, interferiram brutalmente no destino de milhares de protestantes huguenotes.

A obra está disponível à venda nas livrarias do país e pelo site da editora:


Aproveita que hoje 14/09 está com um descontão:

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A Caridade Material e a Caridade Moral


“Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos nos fizessem eles.” Toda a religião, toda a moral se acham encerradas nestes dois preceitos. Se fossem observados nesse mundo, todos seríeis felizes: não mais aí ódios, nem ressentimentos. Direi ainda: não mais pobreza, porquanto, do supérfluo da mesa de cada rico, muitos pobres se alimentariam e não mais veríeis, nos quarteirões sombrios onde habitei durante a minha última encarnação, pobres mulheres arrastando consigo miseráveis crianças a quem tudo faltava.

Ricos! pensai nisto um pouco. Auxiliai os infelizes o melhor que puderdes. Dai, para que Deus, um dia, vos retribua o bem que houverdes feito, para que tenhais, ao sairdes do vosso invólucro terreno, um cortejo de Espíritos agradecidos, a receber-vos no limiar de um mundo mais ditoso.

Se pudésseis saber da alegria que experimentei ao encontrar no Além aqueles a quem, na minha última existência, me fora dado servir!...

Amai, portanto, o vosso próximo; amai-o como a vós mesmos, pois já sabeis, agora, que, repelindo um desgraçado, estareis, quiçá, afastando de vós um irmão, um pai, um amigo vosso de outrora. Se assim for, de que desespero não vos sentireis presa, ao reconhecê-lo no mundo dos Espíritos!

Desejo compreendais bem o que seja a caridade moral, que todos podem praticar, que nada custa, materialmente falando, porém, que é a mais difícil de exercer-se.

A caridade moral consiste em se suportarem umas às outras as criaturas e é o que menos fazeis nesse mundo inferior, onde vos achais, por agora, encarnados. Grande mérito há, crede-me, em um homem saber calar-se, deixando fale outro mais tolo do que ele. É um gênero de caridade isso. Saber ser surdo quando uma palavra zombeteira se escapa de uma boca habituada a escarnecer; não ver o sorriso de desdém com que vos recebem pessoas que, muitas vezes erradamente, se supõem acima de vós, quando na vida espírita, a única real, estão, não raro, muito abaixo, constitui merecimento, não do ponto de vista da humildade, mas do da caridade, porquanto não dar atenção ao mau proceder de outrem é caridade moral.

Essa caridade, no entanto, não deve obstar à outra. Tende, porém, cuidado, principalmente em não tratar com desprezo o vosso semelhante. Lembrai-vos de tudo o que já vos tenho dito: Tende presente sempre que, repelindo um pobre, talvez repilais um Espírito que vos foi caro e que, no momento, se encontra em posição inferior à vossa. Encontrei aqui um dos pobres da Terra, a quem, por felicidade, eu pudera auxiliar algumas vezes, e ao qual, a meu turno, tenho agora de implorar auxílio.

Lembrai-vos de que Jesus disse que todos somos irmãos e pensai sempre nisso, antes de repelirdes o leproso ou o mendigo. Adeus: pensai nos que sofrem e orai. – Irmã Rosália. (Paris, 1860.)


O Evangelho Segundo o Espiritismo

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O Fluído Cósmico Universal



"Há um fluido etéreo que enche o espaço e penetra os corpos. Esse fluido é o éter ou matéria cósmica primitiva, geradora do mundo e dos seres. São-lhe inerentes as forças que presidiram às metamorfoses da matéria, as leis imutáveis e necessárias que regem o mundo."

(Allan Kardec: A gênese, cap. 6, item 10.)

"A matéria cósmica primitiva continha os elementos materiais, fluídicos e vitais de todos os universos que estadeiam suas magnificências diante da eternidade. Ela é a mãe fecunda de todas as coisas, a primeira avó e, sobretudo, a eterna geratriz."

(Allan Kardec: A gênese, cap. 6, item 17.)

"Como princípio elementar do Universo, ele assume dois estados distintos: o de eterização ou imponderabilidade, que se pode considerar o primitivo estado normal, e o de materialização ou de ponderabilidade, que é, de certa maneira, consecutivo àquele. O ponto intermédio é o da transformação do fluido em matéria tangível. Allan Kardec: A gênese, cap. 14, item 2.
O fluido vital, existente em todos os corpos vivos da Natureza, […] tem por fonte o fluido universal. É o que chamais fluido magnético, ou fluido elétrico animalizado."

(Allan Kardec: O livro dos espíritos, questão 65).

Os Espíritos Superiores nos esclarecem que há [...] um fluido etéreo que enche o espaço e penetra os corpos. Esse fluido é o éter ou matéria cósmica primitiva, geradora do mundo e dos seres. São-lhe inerentes as forças que presidiram às metamorfoses da matéria, as leis imutáveis e necessárias que regem o mundo. Essas múltiplas forças, indefinidamente variadas segundo as combinações da matéria, localizadas segundo as massas, diversificadas em seus modos de ação, segundo as circunstâncias e os meios, são conhecidas na Terra sob os nomes de gravidade, coesão, afinidade, atração, magnetismo, eletricidade ativa. Os movimentos vibratórios do agente são conhecidos sob os nomes de som, calor, luz, etc. Em outros mundos, elas se apresentam sob outros aspectos, revelam outros caracteres desconhecidos na Terra e, na imensa amplidão dos céus, forças em número indefinido se têm desenvolvido numa escala inimaginável, cuja grandeza tão incapazes somos de avaliar, como o é o crustáceo, no fundo do oceano, para apreender a universalidade dos fenômenos terrestres. Ora, assim como só há uma substância simples, primitiva, geradora de todos os corpos, mas diversificada em suas combinações, também todas essas forças dependem de uma lei universal diversificada em seus efeitos e que, pelos desígnios eternos, foi soberanamente imposta à criação, para lhe imprimir harmonia e estabilidade.

A grande diversidade de corpos materiais existentes no Universo, inclusive no nosso planeta, [...] é porque, sendo em número ilimitado as forças que hão presidido às suas transformações e as condições em que estas se produziram, também as várias combinações da matéria não podiam deixar de ser ilimitadas. Logo, quer a substância que se considere pertença aos fluidos propriamente ditos, isto é, aos corpos imponderáveis, quer revista os caracteres e as propriedades ordinárias da matéria, não há, em todo o Universo, senão uma única substância primitiva; o cosmo, ou matéria cósmica dos uranógrafos.

Esclarecem ainda os Espíritos Superiores que a matéria cósmica primitiva continha os elementos materiais, fluídicos e vitais de todos os universos que estadeiam suas magnificências diante da eternidade. Ela é a mãe fecunda de todas as coisas, a primeira avó e, sobretudo, a eterna geratriz. Absolutamente não desapareceu essa substância donde provêm as esferas siderais; não morreu essa potência, pois que ainda, incessantemente, dá à luz novas criações e incessantemente recebe, reconstituídos, os princípios dos mundos que se apagam do livro eterno. A substância etérea, mais ou menos rarefeita, que se difunde pelos espaços interplanetários; esse fluido cósmico que enche o mundo, mais ou menos rarefeito, nas regiões imensas, opulentas de aglomerações de estrelas; mais ou menos condensado onde o céu astral ainda não brilha; mais ou menos modificado por diversas combinações, de acordo com as localidades da extensão, nada mais é do que a substância primitiva onde residem as forças universais, donde a Natureza há tirado todas as coisas.

O Espírito André Luiz elucida que no fluido cósmico, entendido como sendo o plasma divino [...], hausto do Criador ou força-nervosa do Todo-Sábio. [...] vibram e vivem constelações e sóis, mundos e seres, como peixes no oceano. [...] Nessa substância original, ao influxo do próprio Senhor Supremo, operam as Inteligências Divinas a Ele agregadas, em processo de comunhão indescritível [...], extraindo desse hálito espiritual os celeiros da energia com que constroem os sistemas da Imensidade, em serviço de Co-Criação em plano maior, de conformidade com os desígnios do Todo-Misericordioso, que faz deles agentes orientadores da Criação Excelsa.

O fluido cósmico, entendido como sendo o princípio elementar do Universo, demonstra possuir propriedades «sui generis» assumindo [...] dois estados distintos: o de eterização ou imponderabilidade, que se pode considerar o primitivo estado normal, e o de materialização ou de ponderabilidade, que é, de certa maneira, consecutivo àquele. O ponto intermédio é o da transformação do fluido em matéria tangível. Mas, ainda aí, não há transição brusca, porquanto podem considerar-se os nossos fluidos imponderáveis como termo médio entre os dois estados. Cada um desses dois estados dá lugar, naturalmente, a fenômenos especiais: ao segundo pertencem os do mundo visível e ao primeiro os do mundo invisível. Uns, os chamados fenômenos materiais, são da alçada da Ciência propriamente dita, os outros, qualificados de fenômenos espirituais ou psíquicos, porque se ligam de modo especial à existência dos Espíritos, cabem nas atribuições do Espiritismo. Como, porém, a vida espiritual e a vida corporal se acham incessantemente em contato, os fenômenos das duas categorias muitas vezes se produzem simultaneamente. No estado de encarnação, o homem somente pode perceber os fenômenos psíquicos que se prendem à vida corpórea; os do domínio espiritual escapam aos sentidos materiais e só podem ser percebidos no estado de Espírito.
No estado de eterização, o fluido cósmico não é uniforme; sem deixar de ser etéreo, sofre modificações tão variadas em gênero e mais numerosas talvez do que no estado de matéria tangível. Essas modificações constituem fluidos distintos que, embora procedentes do mesmo princípio, são dotados de propriedades especiais e dão lugar aos fenômenos peculiares ao mundo invisível. Dentro da relatividade de tudo, esses fluidos têm para os Espíritos, que também são fluídicos, uma aparência tão material, quanto a dos objetos tangíveis para os encarnados e são, para eles, o que são para nós as substâncias do mundo terrestre. Eles os elaboram e combinam para produzirem determinados efeitos, como fazem os homens com os seus materiais, ainda que por processos diferentes.

Devido à natureza e o tipo de forças que atuam na vida extrafísica, os elementos fluídicos do mundo espiritual escapam aos nossos instrumentos de análise e à percepção dos nossos sentidos, feitos para perceberem a matéria tangível e não a matéria etérea. Alguns há, pertencentes a um meio diverso a tal ponto do nosso, que deles só podemos fazer idéia mediante comparações tão imperfeitas como aquelas mediante as quais um cego de nascença procura fazer ideia da teoria das cores. Mas, entre tais fluidos, há os tão intimamente ligados à vida corporal, que, de certa forma, pertencem ao meio terreno. Em falta de observação direta, seus efeitos podem observar-se, como se observam os do fluido do imã, fluido que jamais se viu, podendo-se adquirir sobre a natureza deles conhecimentos de alguma precisão. É essencial esse estudo, porque está nele a chave de uma imensidade de fenômenos que não se conseguem explicar unicamente com as leis da matéria.

Finalmente, nos parece oportuno esclarecer a respeito de um subproduto do fluido cósmico, existente em todos os seres vivos. Trata-se do fluido ou princípio vital. O princípio vital é [...] o princípio da vida material e orgânica, qualquer que seja a fonte donde promane, princípio esse comum a todos os seres vivos, desde as plantas até o homem. Pois que pode haver vida com exclusão da faculdade de pensar, o princípio vital é coisa distinta e independente. [...] Para uns é uma propriedade da matéria, um efeito que se produz achando-se a matéria em dadas circunstâncias 7. O princípio vital – também chamado de fluido magnético ou fluido elétrico animalizado –, e tendo como fonte o fluido cósmico universal, é encontrado em todos os corpos vivos da Natureza.
Modificado segundo as espécies, é [...] ele que lhes dá movimento e atividade e os distingue da matéria inerte [...]. Podemos então dizer que o princípio ou fluido vital [...] é a força motriz dos corpos orgânicos. Ao mesmo tempo que o agente vital dá impulsão aos órgãos, a ação destes entretém e desenvolve a atividade daquele agente, quase como sucede com o atrito, que desenvolve o calor.

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Nas Leis do Destino




Não digas que Deus sentencia alguém a torturas eternas.

Tanto quanto podemos perceber o Pensamento Divino, imanente em todos os seres e em todas as coisas, o Criador se manifesta a nós outros – criaturas conscientes, mas imperfeitas – através de leis que Lhe expressam os objetivos no rumo do Bem Supremo.


Essas leis, na feição primitiva, podem ser abordadas nos processos rudimentares do campo físico.
O fogo é agente precioso da evolução, nos limites em que deve ser conservado; entretanto, se colas a mão no braseiro, é natural incorras, de imediato, nas consequências.

A máquina é apêndice do progresso; contudo, se não lhe atendes as necessidades, sofrerás, para logo, os resultados desastrosos da negligência ou da indisciplina.

Ocorre o mesmo, nos planos da consciência. Na matemática do Universo, o destino dar-nos-á sempre daquilo que lhe dermos.

É inútil que dignitários desse ou daquele princípio religioso te pintem o Todo-Perfeito por soberano purpurado, suscetível de encolerizar-se por falta de vassalagem ou envaidecer-se à vista de adulações.
Os que procedem assim podem estar movidos de santos propósitos ou piamente magnetizados por lendas e tradições respeitáveis que o tempo mumificou, mas se esquecem de que, mesma ante as leis dos homens, pessoa alguma consegue furtar, moralmente, o merecimento ou a culpa de outra.
Deus é amor; amor que se expande do átomo aos astros. Mas é justiça também. Justiça que atribui a cada espírito segundo a própria escolha. Sendo amor, concede à consciência transviada tantas experiências quantas deseje a fim de retificar-se. Sendo justiça, ignora quaisquer privilégios que lhe queiram impor.

Não afirmes, desse modo, que Deus bajula ou condena.

Recorda que não podes raciocinar através do cérebro alheio e nem comer pela boca do próximo.
O Criador criou todas as criaturas para que todas as criaturas se engrandeçam. Para isso, sendo amor, repletou-lhes o caminho de bênçãos e luzes, e, sendo justiça, determinou possuísse cada um de nós vontade e razão.

A vida, assim, aqui ou além, será sempre o que nós quisermos.

E não sofismemos a palavra de Jesus, quando prometeu ao companheiro de sofrimento, no Calvário, que estaria com ele no paraíso, como poderia estar em qualquer instituto de educação, no mundo espiritual, porque foi o próprio Cristo quem nos informou, de maneira incisiva, que o Reino de Deus está dentro de nós.

Emmanuel
(Justiça Divina)
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Incrédulos


Regozijar-se-iam, sim, com a verdade que nos enriquece de otimismo e consolo!

Se pudessem, acalentariam a claridade da fé, com a emoção dos cegos que recobrassem repentinamente a visão, diante da alvorada, deslumbrados de
júbilo...

Se pudessem, estariam erguidos à confiança como árvores generosas levantadas para o céu.

Contudo, transitam na Terra à feição de alienados mentais que a Ciência não vê.

Terrenos devastados pelo incêndio das paixões, acabaram dominados pelos vermes do materialismo que lhes corroem os últimos embriões de esperança, muitas vezes em festins de sarcasmo.

Quereriam vibrar ao calor da convicção na sobrevivência, mas trazem o coração enregelado pela névoa da morte.



São legisladores e não procuram as leis profundas que regem a vida, são professores e não conhecem a essência das lições que transmitem, são médicos e não auscultam os princípios sutis que organizam as formas, são juizes e não estudam as reações do destino nas vitimas do mal que lhes são dadas a exame, são advogados e não Identificam a santidade do direito, são artistas e não buscam a glória oculta da arte, são operários e não percebem a substância divina do trabalho, são pais e mães e não pressentem a sabedoria com que se lhes estrutura o alicerce do lar.

Incrédulos, tateiam na sombra que lhes verte do cérebro mergulhado na incompreensão.

Não lhes agraves os padecimentos com palavras amargas! Injuriando-lhes as opiniões, mais abriremos as feridas que lhes sangram no peito.

O azedume estabelece, para os espíritos viciados na irritação, seis modalidades de tributos calamitosos: a perda do trabalho, a perda do auxilio, a perda do equilíbrio, a perda da afeição, a perda da oportunidade e a perda de tempo.

Diante deles, nossos Irmãos que se tresmalharam na Irresponsabilidade e no desespero, desdobremos a abnegação, a tolerância e a caridade, multiplicando as obras da educação e os valores espontâneos do bem, porque toda criatura que nega a paternidade de Deus e recusa admitir a existência da própria alma está carecendo de socorro no hospital da oração e no abrigo do bom exemplo.

Emmanuel
(Seara dos Médiuns)


Perante os parentes




“Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel.” — Paulo. (I TIMÓTEO 5:8.)

Desempenhar todos os justos deveres para com aqueles que lhe comungam as teias da consanguinidade.

Os parentes são os marcos vivos das primeiras grandes responsabilidades do Espírito encarnado.

Intensificar os recursos de afeto, compreensão e boa-vontade para os afins mais próximos que não lhe compreendam os ideais.

O lar constitui cadinho redentor das almas endividadas.

Dilatar os laços da estima além do círculo da parentela.

A humanidade é a nossa grande família.

Acima de todas as injunções e contingências de cada dia, conservar a fidelidade aos preceitos espíritas cristãos, sendo cônjuge generoso e melhor pai, filho dedicado e companheiro benevolente.

Cada semelhante nosso é degrau de acesso à Vida Superior, se soubermos recebê-lo por verdadeiro irmão.

Melhorar, sem desânimo, os contatos diretos e indiretos com os pais, irmãos, tios, primos e demais parentes, nas lides do mundo, para que a Lei não venha a cobrar-lhe novas e mais enérgicas experiências em encarnações próximas.

O cumprimento do dever, criado por nós mesmos, é lei do mundo interior a que não poderemos fugir.

Imprimir em cada tarefa diária os sinais indeléveis da fé que nutre a vida, iniciando todas as boas obras no âmbito estreito da parentela corpórea.

Temos, na família consangüínea, o teste permanente de nossas relações com a Humanidade.

André Luiz
(Conduta Espírita)

SIRVAMOS


“Servindo de boa vontade, como sendo ao Senhor, e não aos homens.”
Paulo (Efésios, 6:7)

Se legislas, mas não aplicas a Lei, segundo os desígnios do Senhor, que considera as  necessidades de todos, caminhas entre perigosos abismos, cavados por tuas criações indébitas, sem recolheres os benefícios de tua gloriosa missão na ordem coletiva.

Se administras, mas não observas os interesses do Senhor, na estrada em que te movimentas na posição de mordomo da vida, sofres a ameaça de soterrar o coração em caprichos escuros, sem desfrutares as bênçãos da função que exerces no ministério público.

Se julgas os semelhantes e não te inspiras no Senhor, que conhece todas as particularidades e circunstâncias dos processos em trânsito nos tribunais, vives na probabilidade de cair, espetacularmente, na mesma senda a que se acolhem quantos precipitadamente aprecies, sem retirares, para teu proveito, os dons da sabedoria que a Justiça conserva em tua inteligência.

Se trabalhas na cor ou no mármore, no verbo ou na melodia, sem traduzires em obras a correção, o amor e a luz do Senhor, guardas a tremenda responsabilidade de quem estabelece imagens delituosas para consumo da mente popular, perdendo, em vão, a glória que te enriquece os sentimentos.

Se foste chamado à obediência, na estruturação de utilidades para o mundo, sem o espírito de compreensão com o Senhor, que ajudou as criaturas, amando-as até o sacrifício pessoal, vives entre os fantasmas da indisciplina e do desânimo, sem fixares em ti mesmo a claridade divina do talento que repousa em tuas mãos.

Amigo, a passagem pela Terra é aprendizado sublime.

O trabalho é sempre o instrutor do aperfeiçoamento.

Sirvamos sem prender-nos.

Em todos os lugares do vale humano, há recursos de ação e aprimoramento para quem deseja seguir adiante.

Sirvamos, em qualquer parte, de boa vontade, como sendo ao Senhor e não às criaturas, e o Senhor nos conduzirá para os cimos da vida.

Emmanuel
(Fonte Viva)

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